Tradutor.

Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to Spanish

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Você é bonita! Você é esperta! Você é especial!

         Sabe aquele momento que você está completamente atoa em casa é começa a procurar filmes na netflix e acaba por encontrar um daqueles que te levam há um pensamento mais profundo sobre a relação humana  isso aconteceu comigo quando assisti o filme Histórias Cruzadas de 2011 ele é ambientado numa pequena cidade do Mississipi, na década de 60.

         
         O filme conta a história de uma recém formada em jornalismo que arruma seu primeiro emprego e logo vê a necessidade de escrever sobre a relação das empregadas negras e suas patroas, para que isso ocorra ela passa ouvir as histórias  do ponto de vista das empregadas com o objetivo de publicar um livro. O autor foi muito feliz na forma como abordou a segregação racial dos EUA naquela época além de apresentar uma sensibilidade tocante sobre essa temática que pode ser percebida durante todo o filme .
 

         No final desse filme só consegui pensar na realidade de muitas domésticas brasileiras que acabam por sofrer certas humilhações e até mesmo privações no seu local de trabalho pois infelizmente a descriminação social ainda está presente em nosso meio .
             
                                Se você já assistiu esse filme me diga o que achou!



domingo, 23 de julho de 2017

Sem coração Santos-Dumont?


      Terno,gravata, chapéu panamá e claro um bigode  muito bem desenhado no rosto um homem bem alinhado para sua época um inventor nato, sua grande inteligência levou a criações espetaculares criou o balão dirigível e o relógio de pulso além de outras façanhas mais ficou conhecido como o Pai da Aviação. Nascido em 20 de julho de 1873 em Minas Gerais Alberto Santos Dumont teve uma trajetória de vida muito bem sucedida mais  no fim da sua jornada foi assolado por uma depressão severa que tinha como um dos motivos a utilização do avião de forma errada acabando por ocasionar em seu suicídio aos 59 anos.



           Devido ao momento politico daquela época no qual o Brasil passava pela revolução constitucionalista onde São Paulo lutava contra o governo revolucionário de Getúlio Vargas viu-se a necessidade de embolsamar o corpo de Santos Dumont para fazer o seu transporte para o Rio de Janeiro sendo contratado o médico Walther Haberfield aparentemente tudo saiu como o planejado. Mais depois de doze anos a família acaba por receber do então médico o coração do aviador que ele tinha retirado sem permissão de ninguém no processo de embalsamento entre tanto eles não quiseram ficar com o órgão  sendo doado para o governo.

                    
           Atualmente ele se encontra em exposição no Museu Aeroespacial do Rio de janeiro, no Campo dos Afonsos constituindo se de uma estatueta em bronze de Ícaro, de braços erguidos, sustentando uma esfera celeste em ouro com perfurações que simbolizam as estrelas do universo, dentro da qual há outra esfera de cristal que guarda o coração do inventor, mergulhado em líquido apropriado.

Se você ficou curioso você pode acessar o site  do Museu Aeroespacial e conferir fotos da exposição dedicada a  Santos Dumont.

domingo, 4 de junho de 2017

Cara gente branca e negra!

Hoje venho trazer uma dica de seriado muito bom e bem rápido de ser assistido que chama-se  Dear White People  traduzindo para o português Cara Gente Branca da Netflix que mostra os conflitos de uma universidade majoritariamente  branca que negava ideia de racismo até que uma festa de Black Face ser  realizada e  trazer a tona alguns problemas relacionados a essa convivência, tocando em assuntos como apropriação cultural, colorismo e solidão das mulheres negras.


Sou suspeita para dizer algo sobre está serie pois eu simplesmente amei ela em todos os seus aspectos ela me fez refletir sobre o meu cotiano com mulher negra brasileira, nesse país que tema em dizer que preconceito não existe que todos temos os mesmos direitos  mais que no fim das contas a sim um preconceito enraizado na  nossa cultura que vem das configurações da nossa história que sempre tentou  deixar de lado  a cultura negra isso foi se transformando mais o racismo foi sendo camuflado mais  ainda existe em algumas pessoas. Não quero vitimizar os negros mais quero que um dia o número de alunos negros nas escolas públicas sejam maior que os negros presos ou mortos em confrontos  que não haja a necessidade de provarmos nossa capacidade a ninguém, poder entrar em lugar e não ser olhada por seguranças, usar meu cabelo como bem entender  e ser apenas eu uma pessoa com qualidade e defeitos  não uma cor.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Vamos ler?

Hoje vou falar um pouco sobre um livro muito interessante que se chama O menino do pijama listrado se você ainda não teve a oportunidade de ler te aconselho, a história desse livro se passa durante a Segunda Guerra Mundial é sobre amizade de dois garotos que tem a mesma idade, só que possuem contextos diferentes sendo um judeu preso em um campo de concentração e outro filho do comandante que trabalhava nesse campo, separados por uma cerca de arame farpado essa amizade vai se fortalecendo ao longo de todo o livro.

Sabe aquele livro que te faz refletir sobre certos aspectos da vida posso dizer que esse livro fez isso comigo pois quando analiso como foi pura a relação desses dois garotos nessa história me pergunto por que nós adultos acabamos por aumentar as diferenças temos vários exemplos de que essa intolerância não leva a lugar nenhum mais continuamos a realizar os mesmos erros.

O PONTO QUE VIROU UM MANCHA,QUE VIROU UM VULTO,QUE VIROU UMA PESSOA QUE VIROU UM MENINO.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Pão e circo Brasileiro?

Sabemos que nos dias atuais muitas coisas tiram nossa atenção daquilo que é realmente importante digo isso como conhecedora e portadora desse dilema, se você parar um minuto para refletir um pouco sobre o ano passado irá perceber  que grandes mudanças ocorreram no cenário político e financeiro do nosso país e que o povo brasileiro nunca foi tão atuante como nessas ocasiões.

Me pego pensando se hoje não estamos vivendo uma política pão e circo brasileira na qual o governo e as mídias tentam nos transmitir  algo que não é real,  nesse começo de ano parece que o povo esquece de todos os problemas e se deixa envolver pelo Carnaval, Futebol e BBB isso me leva  a fazer uma comparação com Roma Antiga em 27 a.C a 14 d.C quando imperador  Otávio Augusto  criou está política  que se baseava em oferecer alimento e diversão ao povo com objetivo evitar revoltas da população ou insatisfações com os governantes.


 Até que ponto essas coisas vão conseguir  esconder a verdadeira situação do nosso país?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

49 anos sem o Martin Luther King.

Muitas das vezes me peguei criticando as redes de televisão, mais dessa vez tenho que elogiar a Globo pela apresentação da minissérie Raízes exibida na semana passada essa obra em questão relata a vida dos escravos americanos até o momento da libertação ocorrida em 1863 realizada durante a Guerra Civil Americana, no último capítulo podemos notar toda sensibilidade do autor ao demostrar que apesar de ocorrida a libertação a situação não iria mudar assim tão fácil que os ex-escravos ainda passariam por muitos problemas até conquistar o seu espaço na sociedade americana. Aproveitando essa temática venho falar um pouco sobre Martin Luther king Jr. um pastor e ativista norte-americano que lutou ativamente sobre os direitos do negros, um dos  seus atos mais importantes foi em 1963  quando ele reuniu mais de 200.000 pessoas em uma marcha  pelo fim da segregação racial em Washington a partir desse ato surgi a Lei dos Direitos civis, de 1964,e a Lei dos Direitos de voto em 1965.

Hoje dia 16/01/2017 nos Estados Unidos é comemorado o Aniversário desse grande personagem histórico na luta pelos direitos raciais e como homenagem deixo aqui seu discurso " Eu tenho um sonho":

“Estou feliz em me unir a vocês hoje naquela que ficará para a história como a maior manifestação pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás um grande americano, em cuja sombra simbólica nos encontramos hoje, assinou a proclamação da emancipação [dos escravos]. Este decreto momentoso chegou como grande farol de esperança para milhões de escravos negros queimados nas chamas da injustiça abrasadora. Chegou como o raiar de um dia de alegria, pondo fim à longa noite de cativeiro.
Mas, cem anos mais tarde, o negro ainda não está livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro ainda é duramente tolhida pelas algemas da segregação e os grilhões da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro habita uma ilha solitária de pobreza, em meio ao vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro continua a mofar nos cantos da sociedade americana, como exilado em sua própria terra. Então viemos aqui hoje para dramatizar uma situação hedionda.

Em certo sentido, viemos à capital de nossa nação para sacar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república redigiram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de Independência, assinaram uma nota promissória de que todo americano seria herdeiro. Essa nota era a promessa de que todos os homens, negros ou brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à busca pela felicidade.
É evidente hoje que a América não pagou esta nota promissória no que diz respeito a seus cidadãos de cor. Em lugar de honrar essa obrigação sagrada, a América deu ao povo negro um cheque que voltou marcado “sem fundos”.
Mas nós nos recusamos a acreditar que o Banco da Justiça esteja falido. Nos recusamos a acreditar que não haja fundos suficientes nos grandes depósitos de oportunidade desta nação. Por isso voltamos aqui para cobrar este cheque –um cheque que nos garantirá, a pedido, as riquezas da liberdade e a segurança da justiça.
Também viemos para este lugar santificado para lembrar à América da urgência ferrenha do agora. Não é hora de dar-se ao luxo de esfriar os ânimos ou tomar a droga tranquilizante do gradualismo. Agora é a hora de fazermos promessas reais de democracia. Agora é a hora de sairmos do vale escuro e desolado da segregação para o caminho ensolarado da justiça racial. É hora de arrancar nossa nação da areia movediça da injustiça racial e levá-la para a rocha sólida da fraternidade. Agora é a hora de fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação passar por cima da urgência do momento e subestimar a determinação do negro. Este verão sufocante da insatisfação legítima do negro não passará enquanto não chegar um outono revigorante de liberdade e igualdade.Mil novecentos e sessenta e três não é um fim, mas um começo.
Os que esperam que o negro precisasse apenas extravasar e agora ficará contente terão um despertar rude se a nação voltar à normalidade de sempre. Não haverá descanso nem tranquilidade na América até que o negro receba seus direitos de cidadania. Os turbilhões da revolta continuarão a abalar as fundações de nossa nação até raiar o dia iluminado da justiça.
Mas há algo que preciso dizer a meu povo posicionado no morno liminar que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso lugar de direito, não devemos ser culpados de atos errados. Não tentemos saciar nossa sede de liberdade bebendo do cálice da amargura e do ódio.
Temos de conduzir nossa luta para sempre no alto plano da dignidade e da disciplina. Não devemos deixar nosso protesto criativo degenerar em violência física. Precisamos nos erguer sempre e mais uma vez à altura majestosa de combater a força física com a força da alma.
A nova e maravilhosa militância que tomou conta da comunidade negra não deve nos levar a suspeitar de todas as pessoas brancas, pois muitos de nossos irmãos, conforme evidenciado por sua presença aqui hoje, acabaram por entender que seu destino está vinculado ao nosso destino e que a liberdade deles está vinculada indissociavelmente à nossa liberdade.
Não podemos caminhar sozinhos.
E, enquanto caminhamos, precisamos fazer a promessa de que caminharemos para frente. Não podemos retroceder. Há quem esteja perguntando aos devotos dos direitos civis ‘quando vocês ficarão satisfeitos?’. Jamais estaremos satisfeitos enquanto o negro for vítima dos desprezíveis horrores da brutalidade policial.
Jamais estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados da fadiga de viagem, não puderem hospedar-se nos hotéis de beira de estrada e nos hotéis das cidades. Não estaremos satisfeitos enquanto a mobilidade básica do negro for apenas de um gueto menor para um maior. Jamais estaremos satisfeitos enquanto nossas crianças tiverem suas individualidades e dignidades roubadas por cartazes que dizem ‘exclusivo para brancos’.
Jamais estaremos satisfeitos enquanto um negro no Mississippi não puder votar e um negro em Nova York acreditar que não tem nada em que votar.
Não, não estamos satisfeitos e só ficaremos satisfeitos quando a justiça rolar como água e a retidão correr como um rio poderoso.
Sei que alguns de vocês aqui estão, vindos de grandes provações e atribulações. Alguns vieram diretamente de celas estreitas. Alguns vieram de áreas onde sua busca pela liberdade os deixou feridos pelas tempestades da perseguição e marcados pelos ventos da brutalidade policial. Vocês têm sido os veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com a fé de que o sofrimento imerecido é redentor.
Voltem ao Mississippi, voltem ao Alabama, voltem à Carolina do Sul, voltem a Geórgia, voltem a Louisiana, voltem aos guetos e favelas de nossas cidades do norte, cientes de que de alguma maneira a situação pode ser mudada e o será. Não nos deixemos atolar no vale do desespero.
Digo a vocês hoje, meus amigos, que, apesar das dificuldades de hoje e de amanhã, ainda tenho um sonho.
É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Tenho um sonho de que um dia esta nação se erguerá e corresponderá em realidade o verdadeiro significado de seu credo: ‘Consideramos essas verdades manifestas: que todos os homens são criados iguais’.
Tenho um sonho de que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos de ex-escravos e os filhos de ex-donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da irmandade.
Tenho um sonho de que um dia até o Estado do Mississippi, um Estado desértico que sufoca no calor da injustiça e da opressão, será transformado em um oásis de liberdade e de justiça.
Tenho um sonho de que meus quatro filhos viverão um dia em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo teor de seu caráter.
Tenho um sonho hoje.
Tenho um sonho de que um dia o Estado do Alabama, cujo governador hoje tem os lábios pingando palavras de rejeição e anulação, será transformado numa situação em que meninos negros e meninas negras poderão dar as mãos a meninos brancos e meninas brancas e caminharem juntos, como irmãs e irmãos.
Tenho um sonho hoje.
Tenho um sonho de que um dia cada vale será elevado, cada colina e montanha será nivelada, os lugares acidentados serão aplainados, os lugares tortos serão endireitados, a glória do Senhor será revelada e todos os seres a enxergarão juntos.
Essa é nossa esperança. Essa é a fé com a qual retorno ao Sul. Com esta fé poderemos talhar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar os acordes dissonantes de nossa nação numa bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé podemos trabalhar juntos, orar juntos, lutar juntos, ir à cadeia juntos, defender a liberdade juntos, conscientes de que seremos livres um dia.
Esse será o dia em que todos os filhos de Deus poderão cantar com novo significado: “Meu país, é de ti, doce terra da liberdade, é de ti que canto. Terra em que morreram meus pais, terra do orgulho do peregrino, que a liberdade ressoe de cada encosta de montanha”.
E, se quisermos que a América seja uma grande nação, isso precisa se tornar realidade.
Então que a liberdade ressoe dos prodigiosos picos de New Hampshire.
Que a liberdade ecoe das majestosas montanhas de Nova York!
Que a liberdade ecoe dos elevados Alleghenies da Pensilvânia!
Que a liberdade ecoe das nevadas Rochosas do Colorado!
Que a liberdade ecoe das suaves encostas da Califórnia!
Mas não só isso –que a liberdade ecoe da Montanha de Pedra da Geórgia!
Que a liberdade ecoe da Montanha Sentinela do Tennessee!”
Que a liberdade ecoe de cada monte e montículo do Mississippi. De cada encosta de montanha, que a liberdade ecoe.
E quando isso acontecer, quando deixarmos a liberdade ecoar, quando a deixarmos ressoar em cada vila e vilarejo, em cada Estado e cada cidade, poderemos trazer para mais perto o dia que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestante e católicos, poderão se dar as mãos e cantar, nas palavras da velha canção negra, “livres, enfim! Livres, enfim! Louvado seja Deus Todo-Poderoso. Estamos livres, enfim!”
Infelizmente ele foi assinado em um atentado realizado por um opositor  em  abril de 1968.
    

domingo, 15 de janeiro de 2017

A origem do brigadeiro.

De uns tempos pra cá guando penso em brigadeiro  lembro logo do  Jorge e Mateus e começo cantarolar  assim... Se quer cinema eu sou par perfeito,que curtir balada já tem o seu parceiro , ou ficar amando o dia inteiro , Dividir comigo o seu brigadeiro... parando para refletir sobre letra percebi que a parte  de dividir brigadeiro não me agrada muito rsrs, mais decidi me aprofundar um pouco mais sobre esse doce muito querido por nós brasileiros.


Nosso querido brigadeiro surgiu em 1945 quando Brasil passava por uma campanha eleitoral no qual seria escolhido o presidente, entre esses candidatos  havia o Eduardo Gomes que sua patente militar  era brigadeiro.


O Eduardo era muito apreciado pelo público feminino da época  assim suas fãs e eleitoras decidiram por realizar encontros para  arrecadar dinheiro para sua campanha surgindo a ideia da venda de um doce  que no caso levaria leite condensado, manteiga e chocolate surgindo assim nosso famoso e delicioso brigadeiro.
Para finalizar vou deixar aqui uma receita diferente da tradicional  que é o Brigadeiro de paçoca.

Receita:
1- Derreta a manteiga em uma panela.
2- Junte o leite condensado, as paçocas e o creme de leite.
3- Mexa sempre até obter o ponto de brigadeiro.
4- Transfira para um prato untado e aguarde esfriar.
5- Modele os brigadeiros e passe pelo amendoim triturado.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

5 Superstições de Sexta-Feira Treze.

Como deixar essa data passar em branco, sim hoje é uma Sexta-Feira Treze e as bruxas estão soltas mais não precisa ficar com medo pois objetivo aqui e outro.Tem certas  superstições  que atravessam vários anos  ainda  permanecem  no imaginário popular por isso irei  comentar as cinco que marcaram minha infância.  

1° Gato preto da azar.


2°  Quebrar o espelho.


3° Abrir guarda-chuva  dentro de casa.


4° Passar por debaixo da  escada.



Acredite se quiser  até hoje na casa dos meus pais ainda sou proibida de misturar manga com leite  e tomar banho de barriga cheia  cada família tem suas  particularidades  e diferenças então deixe a sua no comentário.  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Vamos pintar as Unhas?


             As vezes fazemos certas coisas na vida  que nem prestamos atenção, eu mesma pintei  minhas unhas por alguns anos sem me perguntar a origem do esmalte  até que num instante fui mordida  pelo bichinho da curiosidade  e fui  pesquisar sobre o assunto.
            Nessa rápida pesquisa descobri que no Antigo Egito as mulheres já aplicavam uma tintura de henna preta nas unhas isso por volta 3500 a.C  mais se hoje podemos escolher entre uma grande variedade de cores e marcas naquela época era bem diferente  pois as cores mais vibrantes eram destinada a realeza.



              Mais só em 1925, com o surgimento de algumas tinturas de carro  que são descobertas as primeiras soluções mais parecidas com o nosso querido esmalte atual essa descoberta  foi atribuída a Michelle Menard.
      
             
         A partir dessas novas alterações  muitas atrizes de Hollywood eram vistas com as unhas pintadas, já 1930 virou costume pintar somente os meios das unhas. Hoje temos uma grande variedade e tecnologia  mudamos a forma e a cor das nossas unhas  então me diga sua cor preferida nós comentários .